Visão Ágil – Community Journal 01

Category : Artigos, Engenharia de Software, Metodologias

O pessoal do Visão Ágil saiu com uma nova publicação, bem interessante como sempre, no lugar da antiga Revista Visão Ágil, segue o release da edição:

Visando ter um canal mais simples, direto e mais ágil (com entregas constantes), criamos um novo formato de disponibilização de notícias e conhecimentos para nossa comunidade de agilistas. Portanto, gostaria de apresentar a todos: o Visão Ágil Community Journal, que nessa primeira edição oferece aos nossos leitores as seguintes matérias:

  • Agile Brazil 2010
  • Experiência Sicoob Brasil
  • Testes Unitários
  • Por que usar “story points”?
  • Coaching para Auto-Organizacão
  • Essência Ágil
  • Notícias

O download da edição pode ser realizado diretamente no site deles: http://visaoagil.wordpress.com/2010/03/08/visao-agil-community-journal-01/

Encontro Ágil 2008

Category : Engenharia de Software

11 de Outubro de 2008

IME-USP – Rua do Matão, 1010 – Cidade Universitária
São Paulo

O Encontro Ágil é um evento gratuito que reunirá, por um dia inteiro, alguns dos principais nomes brasileiros do desenvolvimento ágil de software.

Dia 11 de Outubro está reservado para discussões, trocas de experiências e palestras de especialistas em Programação eXtrema, Scrum e nas metodologias mais produtivas do mercado.

Conheça os profissionais que já usam métodos ágeis. Junte-se ao grupo que está revolucinando a maneira de produzir software. Participe das discussões mais atuais do mercado, tire suas dúvidas e descubra como as técnicas ágeis podem ajudá-lo a aumentar a produtividade da sua equipe e a qualidade do seu software.

Tudo isso, no Encontro Ágil 2008. Não perca!

 

mais informações: http://www.encontroagil.com.br/principal/home.jsf

Tags BlogBlogs: metodologias, desenvolvimento agil, scrum

SCRUM – Primeiros passos

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Category : Engenharia de Software

Mudei de emprego recentemente, e tive a oportunidade de ter contato com o SCRUM, que curiosamente segue a fio a teoria que eu vinha acompanhando.

Em resumo, o cliente ou o gerente (que é chamado de PO – Project Owner) quer fazer algo, então ele separa isso em partes, algo como: criar base de dados, modelar classes, criar interface, desenvolver, etc (essas partes são chamadas histórias), então em uma reunião com a equipe o PO diz o que precisa ser feito.

A equipe analisa cada história e o coordenador ou líder de projeto (chamado de Scrum Master) solicita que cada membro da equipe diga o quão dificil isso é de fazer, cada equipe adota uma escala, no meu caso a escala foi a seguinte 0,1/2,2 e 3 para facil, 5 e 8 para dificuldade média e acima disso dificil. Quando todos apontam a dificuldade que acham ser a da história, temos uma discussão entre os extremos, por exemplo, alguém sozinho colocou 1/2 e outra pessoa sozinha colocou 3, temos dois pontos de vista extremos e precisamo entender o que levou a essa visão, após uma rápida argumentação das partes, todos os membro apontam a dificuldade novamente, e esse processo se repete até chegarmos em valores coerentes.

Se analisarem, dessa forma, você consegue segmentar as equipes para trabalharem com níveis de dificuldades diferentes, tendo assim equipes que solucionam dificuldades de até 3 pontos para tarefas fáceis, equipes que trabalham com dificuldades acima de 5 pontos e assim por diante.

Após a distribuição de dificuldades entre as histórias, selecionamos as histórias que serão executadas até a próxima reunião (isso é chamado de sprint), as reuniões podem ter intervalos diferentes dependendo da equipe, no meu caso temos sprints de 15 dias, então escolhes as histórias que iremos trabalhar pelos próximos 15 dias. Podemos saber quantos pontos uma equipe é capaz de trabalhar por sprint, assim conseguimos medir a produtividade em relação a dificuldade da equipe.

Finalizada a etapa de separação das histórias por dificuldade, reunimos a equipe sem o PO e dividimos as histórias em tarefas. E realizamos um processo semelhante, porém indicando quanto tempo leva para realizar cada tarefa e não a dificuldade, assim, cada historia pode ter n tarefas, no entanto, podemos identificar se houve alguma falha no planejamento, caso histórias com dificuldades semelhantes tenham tempos de execução muito diferentes.

É um resumo do que vi até agora, quando tiver mais experiência com isso eu passo mais detalhes.

Para saber mais:

 

Tags BlogBlogs: scrum, desenvolvimento ágil